Stirner argumenta que todas as instituições e ideologias — incluindo Estado, religião, família, moralidade e até mesmo o humanismo e o socialismo — são construções que oprimem o indivíduo. Para ele, conceitos abstratos como "Deus", "Humanidade" e "Justiça" não passam de ilusões que servem para subjugar as pessoas.
O autor propõe um egoísmo consciente, em que o indivíduo deve se considerar como "o único" e agir de acordo com seus próprios interesses, sem se submeter a obrigações impostas por qualquer autoridade externa. Diferente do egoísmo vulgar, Stirner defende uma liberdade baseada na autopropriedade, ou seja, na posse de si mesmo e no uso das coisas conforme sua vontade e poder.